Proporcionalmente, as pessoas da terceira idade são, juntamente com os jovens, que mais estimulantes e medicamentos consumidos, porque os problemas psicológicos enfrentados.


Os idosos são os maiores consumidores de drogas


Envelhecimento e polifarmacia


Com o envelhecimento, as pessoas enfrentam mais problemas de saúde, principalmente com doenças crônicas como hipertensão, diabetes e câncer, entre outras, as quais exigem tratamento contínuo.


De acordo com a Sociedade Americana de Geriatria, os idosos são o grupo populacional que consome 34% de todas as prescrições médicas e cerca de 40% de medicamentos de venda livre.


Como essas condições costumam ser apresentados simultaneamente, recorre-se à polifarmacia, ou seja, o consumo de vários medicamentos por parte de um único paciente, o que pode levar a aumento de interações indesejáveis ou perigosas entre fármacos.


Estes riscos são adicionados, possíveis erros de prescrição indevida, automedicação e problemas por mudanças no organismo, até mesmo psicológicos, dos quais falaremos em seguida.


Correspondência entre juventude e idade adulta


Ao contrário do que comumente se pensa, os especialistas em saúde mental é voltada para a idéia de que a adolescência e a velhice têm várias semelhanças psicológicas e, como resultado, compartilham problemas comuns, como a incompreensão e o uso de drogas.


Psicólogos e geriatras (médicos especializados em pessoas da terceira idade) coincidem em assinalar que tanto os jovens como os adultos vivem conflitos de forma notável, não só por lacunas em são paulo ou mudanças físicas, mas que experimentam as fricções produzidas pelo confronto com o setor da sociedade denominado “produtivo”.


De acordo com especialistas argentinos, cuja experiência pode se espalhar para o contexto latino-americano, este conflito desencadeia problemas que é possível agrupar em seis pontos de correspondência no comportamento de jovens e adultos:



  • Ambos os grupos vivem períodos conflituosos, porque seu corpo e mente encontram-se em processo de mudança.

  • Adolescentes e idosos sofrem de depressão e preocupações constantes, que os transformam em seres retraídos. Os primeiros são os que consomem mais estimulantes, enquanto que a população da terceira idade tem a medalha de ouro, se falamos de medicamentos.

  • Além disso, são os grupos com mais alto índice de desemprego.

  • Se querem casar, os dois tropeçam na geral com a desaprovação de seus familiares.

  • As pressões que os tornam obsessivos em relação à dimensão do tempo.

  • Idosos e jovens tentam aliviar seus problemas, recorrendo ao suicídio. Os primeiros levam a dianteira, pois a taxa de pessoas que cumprem o objetivo é mais alta do que em qualquer outra fase da vida.

Isto configura, sem dúvida, o sintoma de uma identidade problemática, a que há que acrescentar a falta de interesse de muitos psicólogos e psiquiatras para os temas da velhice, pois são escassos os quadros treinados para o atendimento da terceira idade. Deste modo, mesmo as áreas de saúde mental contribuem para a negação da terceira idade.


Cabe refletir sobre esta atitude social, infelizmente, muito enraizada, que se expressa da velhice em termos de “material que se usa, gasta e se tira”, pois, finalmente, refere-se a uma fase da vida de todo ser humano.

Os idosos são os maiores consumidores de drogas
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