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Category: Saúde Feminina

Alimentos que te fazem reter líquidos

O inchaço nas pernas e tornozelos é normal se passar grande parte do tempo sentada ou de pé. Se o seu coração, fígado ou rins trabalham de forma adequada, a acumulação excessiva de líquidos não deve ser motivo de preocupação, pois seu organismo rejeitar-te-á naturalmente. Mas se você quiser ajudá-lo, limita o consumo destes 8 alimentos que te fazem reter líquidos.


Alimentos que causam a retenção de líquidos


Causas da retenção de líquidos


Problemas circulatórios (insuficiência venosa), gravidez, insuficiência cardíaca, desnutrição por falta de proteínas, doenças renais ou hepáticas são as causas mais comuns de edema ou retenção de líquidos: aumento do volume do líquido intersticial (espaços que rodeiam as células).


Seus sintomas mais frequentes são: cansaço, aumento da circunferência abdominal, inchaço nas pernas e tornozelos e bolsas dos olhos!


Pessoas que as sofrem, têm maior risco de edema que as pessoas saudáveis, e são os que mais devem ter cuidado com a sua dieta e com o consumo destes 8 alimentos que te fazem reter líquidos.


Adeus à retenção excessiva de líquidos)


Cecilia Montagna, nutricionista e nutricionista da Fundação Espanhola do Coração, recomenda-se, como primeira medida para eliminar a retenção de líquidos, um tratamento dietético baixo em sódio. O consumo de sal em excesso faz com que o organismo não seja capaz de remover adequadamente suas toxinas e líquidos. As principais fontes de sódio são:



  1. Sal de mesa. Quanto mais sal consumas, mais água retendrás. Evite usá-la ao cozinhar e sustitúyela por ervas, especiarias, limão, vinagre e óleos aromatizados com alho ou orégano.

  2. Enchidos. Presuntos, salsichas, salame ou patês e tudo o que seja defumado são alimentos que causam a retenção de líquidos devido a seu alto teor de sal e conservantes artificiais.

  3. Nozes e azeitonas. Sobre todos aqueles frutos secos e processados os que lhes adicionam sal, como as nozes, pistaches ou amêndoas.

  4. O álcool. O álcool se desidrata, por isso, quando você bebe, o seu organismo fica em estado de alerta para “guardar” toda a água que puder.

  5. Pães e cereais industriais. São “armadilhas de sal”, como refere o Dr. Salomão Jakubowicz, médico pesquisador em Endocrinologia, pois a contêm, sem que nos percatemos de fazer isso.

  6. Água mineral. Algumas delas têm alto teor de sódio. Verifica-se que em sua etiqueta não passem de 50 mg/litro.

  7. Molhos e alimentos industriais. Evita a mostarda, cátsup, molho de soja, maionese, os caldos de galinha concentrados, as sopas e alimentos pré-cozinhados e as refeições rápidas e prontas.

  8. Peixes defumados, enlatados ou salgados (como o bacalhau). À exceção de um deles, todos os peixes frescos e congelados te ajudam a eliminar a retenção de líquidos.

Então, o que comer para não reter líquidos?


Considera-se que a maior parte da ingestão de sódio acontece a partir de alimentos processados. Por isso, é muito importante ler os rótulos dos produtos que você compra e escolha os que menos contenham sódio (aqui, dicas para que você saiba como entender os rótulos dos alimentos).



  • Preferir alimentos naturais (frutas, verduras, legumes, carnes e peixes frescos).

  • Reduz o consumo de gorduras saturadas (favorecem a inflamação) e aumenta o de gorduras ricas em Ômega 3, como peixes, azeite, frutos secos sem sal e abacate.

  • Beba 2 litros de água ao dia para renovar as suas reservas de líquido corporal.

Além de evitar, na medida do possível, estes 8 alimentos que te fazem reter líquidos, realiza atividade física aeróbica diariamente e o inchaço nas pernas e tornozelos não virá!

Alimentos ricos em potássio para incluir em sua dieta

Domingo, 22 de maio de 2011, 09:02 am, última atualização.Potássio, essencial para a vida

Presente na natureza e em todo organismo animal e vegetal, o potássio é o terceiro mineral mais abundante no nosso corpo, participando da reação dos nervos, assim como no trabalho e na manutenção saudável dos músculos.

Sobre seus múltiplos benefícios e utilidade para o homem, a Estudante Maria Guadalupe Solís Díaz, presidente do Colégio Mexicano de Nutriólogos, A. C., com sede na Cidade do México, comenta: “Este item está intimamente relacionado com o sódio e o cloro, desempenhando relevante papel na maioria das ações vitais; também regula o teor de água nas células e o seu movimento, impedindo a fuga de líquidos; mantém o equilíbrio ácido-base e, juntamente com o sódio, regula a quantidade e distribuição de fluidos no organismo”.

Além disso, intervém em “a construção das proteínas e aumenta a energia neuromuscular; com o cálcio e magnésio, ajuda a normalizar as funções celulares —especialmente a excitabilidade excessiva do coração, sistema nervoso e músculos. É indispensável para o movimento do miocárdio e ativa os sistemas enzimáticos”.

Suficiente, mais não inesgotável

Existem diversas formas de provocar diminuição de potássio no organismo, como explica a nutrióloga Solís Díaz: “aqueles Que consomem grandes quantidades de café, álcool ou alimentos salgados, impedem a sua correta assimilação, além de que se perde ao se apresentar vômito, diarreia, abuso de laxantes e diuréticos, portanto recomenda-se que, no exercício assegurem o seu nível, já que também através do suor se detecta baixa considerável do mineral, cujos sinais são rigidez ou fraqueza muscular, paralisia, distensão do estômago, a falta de força no intestino e vesícula biliar, constipação, dor abdominal, intensa fadiga, manifestações de insuficiência cardíaca tais como baixa pressão arterial e irregularidade do pulso (batimentos cardíacos irregulares), além de edema em várias partes do corpo.

“O desequilíbrio entre os níveis de sódio e potássio é importante causa de hipertensão (pressão arterial elevada); por sua vez, ao participar do controle e regulação de água no organismo desempenha papel determinante nos sistemas de fluidos humanos (como secreções, suor e urina), e auxilia nas funções nervosas; também reforça a atividade dos rins na eliminação de toxinas, mas você deve ter cuidado, pois quando eles não trabalham adequadamente pode resultar acúmulo do nutriente, gerando perturbação do ritmo cardíaco. Por sua vez, é básico para o armazenamento de hidratos de carbono, e na sua posterior conversão em energia, e ajuda a manter a pressão arterial normal”.

Um por todos

O potássio encontra-se igualmente na dieta habitual do ser humano (que fornece a quantidade suficiente, de 2 a 4 gramas por dia), que em plantas e vegetais. A este respeito, a Estudante Ma. Guadalupe Solís esclarece: “Alimentos ricos em potássio são verduras e frutas frescas (banana, principalmente), leguminosas (lentilha, grão de bico, feijão), fermento e frutos secos, bem como café, cacau, carne, pão e leite, seguindo a ‘regra de ouro’ de não consumi-los em excesso”.

Por outro lado, a especialista, que conhece a fundo as propriedades do potássio, observa: “Juntamente com o nitrogênio e o fósforo, o potássio é um dos macronutrientes essenciais para a sobrevivência e crescimento das plantas, pois sua função primária consiste em manter a pressão osmótica e o tamanho da célula, contribuindo desta forma na fotossíntese e produção de energia, bem como a abertura de estômatos e contribuição de dióxido de carbono, bem como a translocação de nutrientes; por tal motivo é necessário em proporções relativamente elevadas para o seu desenvolvimento, saúde do solo e nutrição animal.

“As consequências do baixo nível de potássio nas espécies vegetais são mostrados os seguintes sintomas: restrição do crescimento, redução do florescimento e/ou produto colhido; por sua vez, em caso contrário, ou seja, quando se registam elevadas marcas de potássio solúvel em água, podem ocorrer danos às sementes em germinação, além de que inibe a toma de outros minerais e reduz a qualidade e quantidade do cultivo”.

No aspecto químico, a empresa especializada conclui: “O cloreto de potássio é usada em misturas de fertilizantes e como material base para a elaboração de diversos compostos, como inseticidas e microbicidas, na forma de hidróxido é usada na fabricação de sabonetes líquidos e flexíveis para a indústria e consumo humano, sendo, além disso, matéria-prima na manufatura de vidro; a forma de nitrato aproveita-se na criação de fósforos, fogos de artifício, isto é, foguetes e explosivos caseiros) e produtos afins que o requerem, como agente oxidante”.

Alcachofra na dieta de pacientes com diabetes

Quarta-feira 05 de abril de 2017, 04:51 pm, última atualização.Alcachofra

Apreciada e reconhecida como um alimento ideal para pessoas de qualquer idade, a alcachofra é rica em vitaminas, minerais e fibras, além de que é de grande utilidade na dieta de pessoas com excesso de peso, colesterol alto e diabetes, pois ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue e gordura corporal.

O fascínio que o ser humano experimenta a alcachofra, planta nativa do norte de África e sul da Europa, às margens do Mar Mediterrâneo, tem longa história. No sul da Turquia e Síria (oriente da Ásia) crescem ainda algumas espécies em estado selvagem que se consumiam entre os anos de 2000 e 2500 antes de Cristo, sem esquecer que em vários papiros egípcios aparecem personagens que consomem avidamente essas legumes ou, ao menos, algum de seus “parentes” mais próximos, como o cardo.

Além disso, cartagineses (assentados na Tunísia, norte da África), gregos e romanos a usavam desde o século IV a. C. e conservavam em mel ou vinagre, temperada com espécies aromáticas, para consumi-la durante todo o ano. Como curiosidade podemos dizer que, na época, considerou-se que a infusão resultante de ferver as folhas era uma bebida afrodisíaca e, até o XVIII, pensou-se que essa bebida pode ser o verdadeiro elixir da juventude.

Vale ressaltar que as variedades de alcachofra que conhecemos não são idênticas às que se comiam na antiguidade, mas que parecem derivar-se aquelas que desenvolveram os produtores italianos para o século XV. Além disso, várias das receitas que gosto hoje foram popularizada no século XVI, graças a que a rainha da França, Catarina de Médici, introduziu na corte gala vários refinados pratos que utilizam esse ingrediente.

Em terras mexicanas

A alcachofra chegou ao México por intermédio dos colonizadores espanhóis, que, por sua vez, a conheceram por meio dos árabes (parece que o seu nome provém do vocábulo -jarshuf ou “guias da terra”). Este fruto é utilizado principalmente nos estados do norte e centro do nosso país, onde, além de ser alimento é usado na forma de infusão, como auxiliar no tratamento de problemas digestivos e diabetes. Também é bom diurético (se favorece a emissão de urina) e estimulante do apetite.

Os principais produtores e consumidores de alcachofras são Espanha, Itália e França, sendo sua melhor época do outono e inverno, devido ao clima quente e seco faz com que seque rapidamente, perder a ternura e adquira um sabor amargo. A maior qualidade é a mais pesada e robusta em relação ao seu tamanho, com as folhas bem formadas, compactas e de cor verde claro. Para verificar a sua frescura pode apertar perto do ouvido, e se um barulho, sabemos que é legal.

Inúmeras qualidades

A alcachofra é a parte floral não madura da alcachofra (Cynara scolymus), planta própria de climas temperados do que em média atinge os 80 cm de altura; é de caule macio, folhas muito divididas, de aspecto duro e que origina frutos de cor café. Na realidade, as partes comestíveis são o receptáculo floral (coração de alcachofra) e as folhas carnudas e proteção que a rodeiam, as mesmas que ao encontrar-se sobrepostas e muito unidas dão a aparência de escamas.

A alcachofra não tem praticamente de gordura (0.12% de sua composição) e, ao igual que o resto de vegetais, contém pequenas quantidades de hidratos de carbono (2.9%) e proteínas (2.4%); e, por tal motivo, é fácil concluir que seu aporte calórico é baixo (21.56 quilocalorias por cada 100 g). Também destaca-se a presença de inulina, carboidrato derivado da sacarose, que é assimilada lentamente no organismo e que ajuda a manter níveis normais de glicose no sangue.

Além disso, a alcachofra é rica em fibra, necessária para a regulação do trânsito intestinal e para regular o consumo de colesterol (evita que o sistema digestivo o absorva em excesso), sem esquecer que proporciona minerais de grande utilidade para o organismo. Por se fosse pouco, fornece importantes valores de cálcio e potássio, além de que 100 g de planta cobrem 16% da necessidade diária de fósforo, 10% da de ferro e 8% de magnésio.

Entre as vitaminas, destaca-se a presença de vitaminaB1 (tiamina), vitamina B3 (niacina) e vitamina C (ácido ascórbico). No entanto, é mais importante a presença de uma série de substâncias que se encontram em pequena quantidade, mas que são dotados de efeitos benéficos:

  • Cinarina. Substância responsável pelo sabor amargo da alcachofra, capaz de estimular a secreção de bile (composto segregado pelo fígado, armazenada na vesícula biliar e ajuda a digerir gorduras) e a excreção de urina (ação diurética).
  • Ácidos orgânicos málico, cítrico, oxálico, e clorogénico. Facilitam a ação da cinarina, além de que atuam como antioxidantes, ou seja, bloqueiam substâncias responsáveis pelo envelhecimento celular e algumas formas de cancro (radicais livres).
  • Cinarósido. Substância da família dos flavonoides -, cuja ação anti-inflamatória foi testado.
  • Fitoesteróis. Compostos vegetais com capacidade para limitar a absorção de gorduras no intestino.

Devido a isso, fica claro que a alcachofra não só é um alimento que traz os nutrientes, mas que é eficaz protetor da saúde. O seu baixo teor calórico e alto teor de água e fibras tornando-se um excelente recurso de dietas de emagrecimento. Por sua vez, o seu conteúdo de vitamina C e antioxidantes ajuda a prevenir câncer e doenças que afetam o sistema circulatório, incluindo níveis elevados de colesterol (composto graxo que produz o fígado para proteger as membranas celulares de todo o corpo, mas que, quando há em excesso começa a acumular-se nas paredes de veias e artérias, obstruyéndolas).

Cabe destacar o efeito protetor, que exerce a cinarina sobre o sistema digestivo e, em particular, sobre o fígado, já que aumenta a produção de bílis necessária para a digestão de gorduras. Além disso, favorece a eliminação de toxinas e a depuração do organismo, devido a que estimula o rim para produzir urina.

Por sua parte, a inulina, além de ter as propriedades clássicas de qualquer fibra para regular o trânsito intestinal, contribui para a melhor absorção do cálcio, para a estimulação das defesas naturais da flora intestinal e na redução do colesterol e os níveis de açúcar no sangue, pelo que a alcachofra é um alimento muito recomendado na dieta de pacientes com diabetes (níveis de açúcar elevados por nulo ou baixo aproveitamento de hormônio insulina).

Apesar de que as propriedades acima tornam este vegetal em um dos alimentos que mais contribuem para a saúde, as mulheres que amamentam devem moderar o seu consumo porque altera o sabor do leite e a torna amarga.

Conselhos práticos

Os especialistas em gastronomia e nutrição recomendam que o consumo da alcachofra ocorra o mais rápido possível depois que foi adquirido, a fim de que sua consistência e propriedades se mantenham de forma ótima. Em geral, quando se introduz em um saco de plástico fechado, pode ser conservado em boas condições, de 3 a 7 dias em geladeira.

Um conselho muito útil para evitar que as alcachofras são ennegrezcan antes de cozedura ou ligeiramente temperados é colocá-los em um recipiente com água fria e o suco de meio limão; é importante não exceder essa quantidade de ácido cítrico, a fim de que não esconda o sabor natural da planta. Neste mesmo sentido, é preferível não cozinhe o alimento em panelas de ferro ou alumínio, pois, em tal caso, adquire aspecto desagradável, além de que suas propriedades se alteram.

Por último, vale a pena lembrar que as alcachofras podem ser preparadas de várias maneiras: fritas, panadas, no forno ou grelhado. No entanto, cozidos ao vapor ou com pouca água é a melhor maneira de cozinhá-las, sem que percam suas propriedades e sabor, o qual se caracteriza por ser um pouco amargo, mas com um toque doce ao final.

Óleo de fígado de tubarão para lesões na pele

O óleo de fígado de tubarão é utilizado na elaboração de suplementos alimentares e produtos cosméticos, devido a que seus componentes fortalecem o sistema imunológico, previnem doenças cardiovasculares e possuem propriedades antioxidantes. Gostaria de saber mais sobre estas qualidades? Continue lendo.


Embora, para alguns, é um animal de aspecto aterrador, que sempre faz as vezes de vilão nos filmes, o certo é que o tubarão não representa perigo algum para o cotidiano cauteloso, nem para aqueles que praticam a pesca com as medidas de segurança pertinentes.


É mais, os produtos que se obtêm das diferentes classes de estes peixes da subordem dos escualos foram aproveitados durante muito tempo pela humanidade: a sua carne, cartilagem (os tubarões não possuem um esqueleto de ossos), e o azeite que se obtém de seu fígado moído e submetido a cozimento.


Óleo de fígado de tubarão, Tratamento de feridas da pele


Tradicionalmente, o óleo de fígado de tubarão tem sido um produto consumido em litorais devido a que lhe são atribuídas diversas propriedades benéficas para a saúde, como ser eficaz no tratamento de feridas da pele ou para aliviar a irritação dos aparelhos respiratório e digestivo, além de ser muito apreciado pelos marinheiros devido a que é considerado fonte adequada de força e vitalidade que também melhora a resistência ao frio e às doenças.


O certo é que, na atualidade, é aproveitado pelas indústrias de alimentos, farmacêutica e cosmética, pois o estudo de sua composição química foi capaz de revelar que, na verdade, conta com diversos benefícios:



  • Melhora a oxigenação do sangue.

  • Ajuda a regular o nível de triglicerídeos (principal tipo de gordura que viaja pelo sangue).

  • Dá proteção e flexibilidade das artérias.

  • Reduz o envelhecimento dos tecidos.

  • Ajuda a aliviar lesões na pele e, até mesmo, gera melhorias em casos de psoríase (doença que é caracterizada pelo espessamento da pele, lesões de cor vermelha, inflamação e descamação).

  • É bom anti-inflamatório.

  • Fortalece o sistema imunológico.

  • Reduz o risco de doenças do coração e artérias.

  • É útil em doenças respiratórias.

Tudo isto é possível graças às diferentes substâncias que o compõem, alguns de natureza muito particular.


Omega-3 e 6


Embora para muitos pensar em gorduras ou lípidos é sinônimo de obesidade, a verdade é que a maioria destes compostos são de grande utilidade para a formação de hormônios, desempenham importante papel no desempenho do sistema de defesa contra infecções (imunológico) e são essenciais para o funcionamento do cérebro e da rede nervosa.


Sendo mais específicos, a um grupo de medicamentos conhecidos como ácidos graxos são úteis para evitar doenças do coração, hipertensão, diabetes e artrite reumatóide, assim como vários distúrbios visuais e problemas em geral em todos os tecidos, já que são elementos que fazem parte das paredes celulares.


Pois bem, o óleo de fígado de tubarão contém grandes quantidades de ácidos graxos ômega 3 e Ômega 6, que previnem a formação de coágulos no sangue, ajudam a regular a pressão sanguínea e diminuem os níveis de triglicéridos; além disso, aumentam a flexibilidade das artérias e ativam o processo anti-inflamatório que reduzem o risco de sofrer de artrite, câncer, psoríase, diabetes e distúrbios das células.


Os Ómega-3 agem como anti-inflamatórios e anti-coagulantes, além de que se presume que a sua presença evita a geração de tumores, uma vez que se detectou que as mulheres com câncer de mama têm níveis baixos destes ácidos graxos no tecido afetado. Em ambos os Ómega 6 inibindo o excesso de secreção de sucos gástricos, mesmos que podem condicionar a formação de gastrite e úlceras, uma vez que podem reduzir a severidade de um ataque de asma, relaxando os tecidos dos tubos bronquiais.


Gliceroles


Em 1922, um grupo de cientistas identificaram um componente ativo do óleo de tubarão chamado alcaoxiglicerol, mesmo que se tenha estudado clinicamente desde a década de 1950 e que pertence à família dos gliceroles, conjunto de substâncias através das quais o leite materno fornece defesas dos recém-nascidos.


Com efeito, verificou-se que os tubarões são animais com alta resistência às doenças e que raramente sofrem de câncer, fato que talvez se deva ao alcaoxiglicerol que gera o seu fígado e armazenada em diferentes órgãos, com importantes funções imunológicas, como vasos linfáticos, fígado, baço e medula óssea.


Embora se continuam estudando suas propriedades, talvez essa substância seja a razão pela qual vários povos da pesca do norte da Europa e outras regiões frias do globo atribuídos amplos poderes preventivos e curativos ao óleo de fígado de tubarão; por exemplo, dizem que consumir com frequência fornece proteção e alívio contra infecções geradas em vias respiratórias, como bronquite, laringite e faringite, por exemplo. Não é para menos, já que alguns estudos consideram que há mil vezes mais alcaoxiglicerol neste produto no leite materno.


Esqualeno


Há séculos se sabe que o fígado dos escuálidos que vivem nas profundezas do Oceano Pacífico, representando 25% do seu peso, e que dele se obtém um óleo que já no século XVIII, era utilizado pelos pescadores noruegueses para ajudar na cura de feridas e lesões de pele.


No início do século XX, verificou-se que estes tubarões carregam em seu fígado peculiar substância, batizada em sua homenagem como esqualeno, que lhes ajuda a contar com energia, crescer e se reproduzir em um ambiente pobre em oxigênio.


O por que deste fato é que o esqualeno é uma substância que precisa tomar muitos átomos “emprestado” do ambiente que o rodeia para conservar-se, de modo que, ao contato com a água (formada por dois átomos de hidrogênio com um de oxigênio) quebra a molécula do líquido vital, arrebata o hidrogênio e o absorve, deixando livres moléculas de oxigênio que o animal procura para viver. Esta propriedade começou a chamar a atenção de vários investigadores, que foram encontradas ao longo dos anos que esta substância serve para manter o equilíbrio das gorduras da pele, absorvendo ou bloqueando aquelas que são prejudiciais ou excessivas.


Deste modo, o esqualeno demonstrou alta capacidade em fórmulas de alisamento que não deixam a pele oleosa, assim como aquelas destinadas à restauração dos óleos naturais da pele que é exposta ao Sol, vento, poeira e poluição.


Além disso, a característica necessidade de esta substância, por encontrar átomos para se estabilizar leva-o a bloquear os radicais livres, que são substâncias químicas que produzem envelhecimento e câncer da pele. Além disso, favorece a regeneração celular, cicatrização e eliminação de manchas da pele, como manchas e espinhas, já que menor quantidade de substâncias tóxicas permite que as células se regenerando e cumprem seu ciclo de vida de forma saudável.


Deste modo, o velho conhecimento dos pescadores nórdicos é usado agora pela indústria cosmética, já que podemos encontrar no mercado produtos para a pele que contém esqualeno como ingrediente principal, às vezes combinado com outros antioxidantes, como as vitaminas A e E.


Vitamina E


Esta substância é outro antioxidante incluído o óleo de fígado de tubarão, e sua principal contribuição para o organismo humano consiste em prevenir danos às membranas celulares, o que diminui o processo de envelhecimento gerado pela poluição ambiental, fumo do tabaco e pesticidas.


Além disso, ajuda a aliviar a fadiga, a dissolver coágulos sanguíneos, protege os pulmões da poluição, fortalece o sistema de defesa, acelera a cicatrização de queimaduras e feridas, e permite que as funções do fígado e tecido muscular se desenvolvam adequadamente.


Finalmente, essas substâncias e suas qualidades explicam por que o óleo de fígado de tubarão é muito utilizado em cosméticos, suplementos alimentares e outros produtos da indústria farmacêutica; porém, a sua obtenção não justifica a exploração irracional destes animais, os quais, embora marcados por estereótipos que nos fazem acreditar que são inimigos do ser humano, são vitais para a conservação dos ecossistemas marinhos.

Jóias, artigos de casa de uma dieta saudável

Segunda-feira, 24 de outubro de 2016, 12:54 pm, última atualizaçãoMolhos para saladas, Molhos para refeições frescas

A temporada de calor convida a saborear refeições frescos, nutritivos e que deleiten ao paladar, fazendo com que as saladas são um dos pratos mais recorrentes. Para que seu sabor seja único e inovador, dá-lhes um toque especial com o molho ou tempero para escolher. Quer conhecer algumas?

Conta a história que o homem pré-histórico para saciar seu apetite se alimentava de raízes, frutos e folhas de árvores, até que projetou armas com que possa matar animais para comê-los, e se esqueceu de sabores e benefícios do reino vegetal.

Seria até o auge do império romano, que retomou o gosto por legumes crus, as quais eram contadas com recurso a uma solução de água e sal, e graças ao qual os convidados se serviam para melhor digerir depois de seus famosos e grandes banquetes gourmet complementados.

Já no século XVIII, começou a popularizar-se em todo o mundo o hábito de comersaladas, as que se preparavam em base a couve, aipo, espinafre e agrião, entre outros vegetais, temperados com azeite, vinagre, sal e pimenta.

Em nossos dias, praticamente qualquer pessoa pode preparar saladas, o segredo é saber combinar verduras frescas e levar a imaginação mais além para utilizar a variedade de molhos, também chamados de condimentos, que o mercado oferece.

De plug-ins e mais coisas

A gama de produtos com os quais você pode preparar um molho é infinita, pensa simplesmente em óleos, vinagres, ervas aromáticas, especiarias, leite, frutos secos, purês, xaropes ou essências, entre outros. Ora, se sabemos condizer os temperos adequados acentuaremos e enriqueceremos o sabor natural dos ingredientes do prato.

Nesta ocasião concentrar a atenção nos temperos mais usados na cozinha internacional e com os que você certamente já teve contato.

Óleos

Substância gordura vegetal extraído de frutos ou sementes de diversa procedência, sendo a mais popular, por saudável, o azeite de oliva, obtido a partir de azeitonas; e o seu sabor é levemente picante e aromático, por isso é muito cobiçado.

O classificado como extra virgem é obtido da azeitona de máxima qualidade, portanto, é o mais indicado para consumir; tem a cor amarelo-esverdeada e pode aromatizarse com ervas (manjericão, por exemplo) e especiarias (como tomilho) para complementar perfeitamente quase qualquer salada, sirva como ponto de mencionar que é base da famosa dieta do mediterrâneo.

O óleo de oliva foi comprovado cientificamente que se favorece a evacuação da bílis da vesícula, com o qual se dá um melhor aproveitamento das gorduras contidas em nossa alimentação. Seu consumo regular tem um efeito redutor sobre os níveis de colesterol no sangue, gerando baixas probabilidades de sofrer de doenças cardiovasculares.

Outros óleos indicados para acompanhar as saladas são os feitos com nozes, amêndoas, pistache, amendoim e avelã, entre outros, embora a novidade em produtos orientais é o do pimentão vermelho.

Vinagres

São obtidos a partir da fermentação de bebidas como vinho ou opiniões; a gama de sabores se estende desde o azedo até o suave e aromático. Seu nome vem do latim vinum acer (“vinho azedo”), e do processo químico para a sua produção é derivado de ácido acético por ação de microrganismos do grupo Acetobacter, e outros que contribuem para o aroma e sabor característico de cada tipo.

Em termos gerais, o organismo agradece o seu consumo, já que seus minerais e elementos residuais ajudam os processos de digestão e eliminação, são eficazes desintoxicantes e úteis agentes para purificar o sangue; além disso, contribui para devolver os sais minerais perdidos com o aparelho digestivo e colabora na destruição de bactérias, fungos e até mesmo parasitas intestinais. Da mesma forma, contraria os efeitos de dietas excedidas em açúcar e farinha refinados, que produzem prisão de ventre, obesidade e colesterol, e estabiliza os níveis de açúcar no sangue, cujas baixas são as responsáveis por ataques compulsivos de fome; por outro lado, oferece benefícios para a pele, pois atua refrescando queimaduras superficiais leves e inflamações locais. A forma de conselho, se quiser aumentar os efeitos benéficos indicados, tome um copo de água e uma colher de sopa de vinagre antes de cada refeição e de deitar.

Os vinagres mais populares são:

  • Vinagre de maçã. Considerado o mais saudável e indicado para todas as saladas; sua cor é dourado e sabor forte.
  • Vinagre de vinho branco. Para combinar com os pratos à base de peixe e em todas as saladas.
  • Vinagre de vinho tinto. De sabor suave, por isso é ideal para cozinhar carnes vermelhas e peixe.
  • Vinagre de jerez. É elaborado com essa bebida, o que lhe dá o sabor característico; acompanha muito bem saladas e legumes, além de carnes vermelhas.
  • Vinagre de ervas. Qualquer um dos três primeiros é possível adicionar especiarias a gosto, entre as quais você pode escolher funcho, gengibre, pimenta e mostarda, entre outras.
  • Vinagre balsâmico. Originário da Itália, é elaborado com base suco de uva; é escuro e ligeiramente adocicado.
  • Vinagre branco. Também chamado de destilado, pois se obtém esse processo químico a que se submete o álcool de cana; e o seu sabor é muito forte e indicado para acompanhar peixes.
  • Vinagrete. É usado em todas as saladas, e para elaborarla geralmente despeje sal e pimenta do reino a gosto num recipiente à parte, ou em uma vasilha, acrescenta-se uma porção de vinagre e mistura-se com o anterior; uma vez dissolvido, adicione óleo (três vezes mais que a quantidade de vinagre empregado) e mistura-se até que emulsione, ou seja, que perca a transparência e engrosse ligeiramente. Se o vinagre é balsâmico ou de jerez, recomenda-se reduzir a quantidade, pois o seu sabor é forte.

Outros molhos

  • Francês. Adicionar ao vinagrete básico uma colher de chá de açúcar ou mel e uma de mostarda. Perfeito para saladas de folha.
  • Iogurte. Mistura de iogurte natural com azeite, vinagre e umas folhas que estão de hortelã. Também pode ser preparado com metade do queijo fresco e metade do iogurte. Vai muito bem com saladas de pepino, batatas e saladas verdes em geral.
  • Maionese. Coloque no liquidificador o ovo, 200 mililitros de azeite, duas colheres de sopa de vinagre ou suco de limão, sal e uma ponta de mostarda. Serve tal qual ou aromatizado com salsa, o curry (especiaria originária da Índia, aromática e de sabor forte), molhos picantes ou catsup, entre outros. É adequada para todo o tipo de saladas, especialmente de cenouras e couve.
  • Cebolinha. Despeje na batedeira cebolas pequenas (tipo cambray) e salsa, em partes iguais, juntamente com o azeite, o vinagre e o que receber com a ponta dos três dedos de açúcar. Apropriado para saladas de folhas, de papas, em que intervenham frutos do mar ou peixes frescos ou defumados.

Verde que te quero verde

Apesar de falar dos benefícios que trazem à saúde legumes, vegetais, hortaliças e leguminosas seria motivo de extensa reportagem para cada uma, vale a pena mencionar de forma genérica as contribuições de alguns deles ao usá-las em saladas.

Em termos gerais pode-se dizer que os legumes o conteúdo de gordura é menor do que 1%, hidratos de carbono entre 2% e 7%, além de que todas trazem fibra, o que colabora significativamente para uma boa digestão. Além disso, estão contidas (exceto a D e B12, exclusivas dos alimentos de origem animal) praticamente todas as vitaminas.

Se você quer particularizar ainda mais, pode-se dizer que a cenoura contém beta-caroteno (se convertem em vitamina A e que ao entrar no organismo), enquanto que a couve e alface fornecem ácido fólico. Quanto aos minerais, alface, repolho e cenoura fornecem cálcio e potássio, embora pouco ferro.

Cabe mencionar que a principal base da salada é a alface em todas as suas apresentações, a qual contém, de acordo com os nutriólogos, propriedades refrescantes e vitaminas A, B, C, além de pequenas quantidades de E.

A alface é oriunda da Índia e se come desde tempos muito antigos; os hebreus, por exemplo, a consumiam por prescrição religiosa durante o tempo de Páscoa. Também se acreditava que aumentava a quantidade de leite materno em mulheres que amamentam, e até mesmo o recomendava como calmante ou para conciliar o sono, graças aos sais de magnésio, o que contém, que ajudam a regenerar as células nervosas.

Bem, o que se segue é um pouco de imaginação para combinar cores, texturas e sabores até obter a melhor salada junto ao mais requintado azeitona de mesa, você tem a última palavra!